{"id":108,"date":"2023-02-07T13:55:27","date_gmt":"2023-02-07T16:55:27","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/?p=108"},"modified":"2023-03-04T19:29:35","modified_gmt":"2023-03-04T22:29:35","slug":"chegou-a-vez-da-mostarda-escura-nas-mesas-brasileiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/index.php\/2023\/02\/07\/chegou-a-vez-da-mostarda-escura-nas-mesas-brasileiras\/","title":{"rendered":"Chegou a vez da mostarda escura nas mesas brasileiras"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Fraldinha na mostarda escura, prato em alta nos restaurantes paulistano (FOTO: DIVULGA\u00c7\u00c3O)\u00a0<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A variedade de marcas e op\u00e7\u00f5es n\u00e3o \u00e9 pequena e existe h\u00e1 um bom tempo, mas custou para que a mostarda escura de tipo holand\u00eas, ganhasse espa\u00e7o nas mesas brasileiras. Se antes era produto para paladares mais refinados, agora \u00e9 um item requisitado em situa\u00e7\u00f5es mais prosaicas.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 vai longe o tempo em que alguns bares do centro de S\u00e3o Paulo ofereciam o molho diferente para aperitivos e canap\u00e9s de origem alem\u00e3.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Bar L\u00e9o, Amigo Leal e Amigo Lenzi, por exemplo, ficavam lotados por conta do chope de qualidade e dos pratos diferenciados, como a por\u00e7\u00e3o de canap\u00e9 com lingui\u00e7a Blumenau.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A mostarda escura, de tipo holand\u00eas, \u00e9 mais encorpada e de sabor acentuado, com maior quantidade de gr\u00e3os. Os chefes de cozinha mas conceituados a recomendam para prepara\u00e7\u00e3o de molhos para assados e\/ou saladas e acompanhamento de sandu\u00edches.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria das receitas inclui vinagre, semente de mostarda, a\u00e7\u00facar, amido, sal, gengibre, pimenta-branca, corante caramelo IV e conservadores sorbato de pot\u00e1ssio e benzoato de s\u00f3dio.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma varia\u00e7\u00e3o \u00e9 a mostarda tipo Dijon, de inspira\u00e7\u00e3o francesa.&nbsp;\u00c9 preparada a partir dos gr\u00e3os de mostarda negros mo\u00eddos e misturados a vinho branco, vinagre e sucos \u00e1cidos ou \u00e1cido c\u00edtrico. Seu sabor \u00e9 suave, por isso \u00e9 uma boa companhia para saladas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio do que sempre fomos acostumados a ver em programas enlatados de televis\u00e3o norte-americanos, a mostarda n\u00e3o serve apenas para hamb\u00fargueres e cachorros-quentes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 ideal para todo o tipo de salada, principalmente para aquelas de tipo alem\u00e3o, feitas com amendoim e muita cebola em conserva. Serve ainda para para fazer molhos, maioneses, molhos para saladas, maioneses, sopas, legumes, massas, no preparo de carnes e aves, tamb\u00e9m combina com pratos \u00e0 base de latic\u00ednios.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a dissemina\u00e7\u00e3o da mostarda escura por restaurantes e bares brasileiros, as op\u00e7\u00f5es de pratos cresceram, e sua aplica\u00e7\u00e3o passou a ser exigida em muitos pratos da chamada alta gastronomia.<\/p>\n\n\n\n<p>Com larga utiliza\u00e7\u00e3o na Europa e na \u00c1sia\u00a0 h\u00e1 s\u00e9culos, as sementes de mostarda s\u00e3o utilizadas desde a antiguidade, tanto no uso culin\u00e1rio como medicinal. A varia\u00e7\u00e3o da mostarda escura tem proemin\u00eancia nestas aplica\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Traz benef\u00edcios para auxiliar na sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o e do sistema respirat\u00f3rio. Tamb\u00e9m \u00e9 fonte de magn\u00e9sio e sel\u00eanio.&nbsp;Auxilia no trato digestivo, possui propriedades que agem como estimulantes da circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea e&nbsp;propriedades antibacterianas, antif\u00fangicas e antibi\u00f3ticas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fraldinha na mostarda escura, prato em alta nos restaurantes paulistano (FOTO: DIVULGA\u00c7\u00c3O)\u00a0 A variedade de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":109,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[14,13],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=108"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":110,"href":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108\/revisions\/110"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/109"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=108"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=108"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.arvory.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=108"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}